segunda-feira, 20 de junho de 2011

O cristão precisa de psicologia?



Dra. Suely Barreto nos esclarece

Devido aos bombardeios diários, muitas pessoas estão sendo atingidas pela depressão e síndrome do pânico que são considerados o mal do século. E infelizmente e surpreendentemente, a igreja não está imune a isso. Por isso convei a psicóloga Suely Barreto, para esclarecer algumas dúvidas.

Renata Pires - Jesus é o maior psicólogo da humanidade. Sendo assim, dá para diferenciar a igreja da psicologia?

Dra. Suely Barreto - A psicologia tem muita haver com a igreja. Inclusive o início da psicologia foi exatamente com o confessionário, numa igreja católica, onde a pessoa fala e tem certeza do sigilo. Os passos que a psicologia segue, tem haver com a Bíblia no sentido da salvação, porque na psicologia a pessoa tem que reconhecer que tem um problema, tem que procurar ajuda para este problema e descobrir qual é este problema e liberar perdão para poder se curar. Então a gente pára e vê os passos da salvação; eu tenho que reconhecer que sou um pecador, tenho que procurar alguém que possa me libertar do pecado, aceitando Cristo com salvador e tenho que liberar perdão para as pessoas que me afetaram e aceitar o perdão de Deus. Então eu acho que a gente pode fazer esta analogia e trabalhar bem com estas duas coisas

Renata Pires - Muitas pessoas dizem que o crente não tem depressão ou que não pode sofrer de síndrome do pânico. Isso é um fato?

Dra. Suely Barreto - Não. Não é um fato, principalmente se você perceber, Jesus disse no Getsêmani: - Minha alma tem angústia e angústia de morte, e essa angústia é o pior tipo de depressão que existe. Então a depressão pode ser exógena (a pessoa tem uma perda e sofre por ela, mas com a ajuda da igreja, da oração e dos amigos, a pessoa chega à cura), e existe aquela que é endógena (ela é cerebral. Como se fosse um curto circuito na mente, que se não houver tratamento adequado, pode levar a pessoa ao suicídio). E preciso que haja o tratamento medicamentoso, psicológico e espiritual, os três andam juntos. Todas as coisas estão disponíveis aos homens.. O crente tem que orar e pedir para que Deus lhe mostre qual o melhor médico, pedindo sabedoria para dar o melhor diagnóstico e depois pedir a Deus que ajude naquela medicação. E quando você fica curado a glória é de Deus. Quando confio que Deus está agindo, tenho que lhe dar a glória.

Renata Pires - Dra, a senhora citou a passagem de Jesus no Getsêmani; Ele estava em depressão naquele momento?

Dra. Suely Barreto - Ele estava no mais alto grau de depressão. A depressão surge no momento em que a pessoa está consciente de que teve uma perda ou está tendo. A parte humana de Jesus estava lutando contra o Espírito, tanto que Ele disse: - Pai se for possível, passa de mim este cálice. A parte humana de Jesus já estava percebendo todo sofrimento que iria sentir. Algumas pessoas dizem que Ele não sentia dor. Sentia sim e muita dor. Cada chicotada daquela ou um pedaço de pele arrancada era muito dor como um de nós sentiria se estivesse lá. A situação de Jesus ali foi uma situação dolorosa, e Ele estava se entregando sabendo o que ia acontecer, e o pior de tudo que Lhe deu mais tristeza era saber que o momento que Ele estivesse na cruz, Deus se afastaria. Quando Ele disse: - Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste? Porque Deus não tem comunhão com o pecado e Jesus naquele momento estava carregando todos os nossos pecados. Daí a sua depressão, de se sentir a perda do Pai naquele momento em que Ele estava sofrendo na cruz.

Renata Pires - Alguns pastores não aprovam que os membros de sua igreja procurem um psicólogo? O que a senhora pensa sobre isso?

Dra. Suely Barreto - Eu acho que é uma idéia errada, mas acho que isso está melhorando muito, graças até a rádio Melodia que tem permitido que a gente demonstre que existe a psicologia e existem aqueles que trabalham com psicologia e conhecem a Bíblia e a utilizam para ajudar as pessoas. Então os pastores têm que perceber que existe um determinado ponto que ele pode ir dali pra frente tem que ser um profissional. Do mesmo modo, se uma pessoa quebra a perna, o que ela faz? Fica orando para o osso voltar para o lugar? Não, imediatamente por está doente muito ela vai para o hospital procurar um médico, tirar uma radiografia e colocar um gesso ou fazer uma cirurgia. Por que então nós vamos nos preocupar com as medicações que vão auxiliar na dor da alma?

Renata Pires - O cristão pode buscar ajuda psicológica de um não cristão?

Dra. Suely Barreto - Bom, eu sei que existem bons profissionais, mas eu quero explicar o seguinte, não estou falando nada contra os meus colegas que não são evangélicos, mas quando nós somos evangélicos e vamos tratar um evangélico, nós sabemos tudo o que se passa por trás daquela dor que ele está sentindo, porque às vezes é uma dor de separação, de problema no casamento. Se a pessoa fala: - Ah, não estou fazendo a vontade de Deus, Deus gostaria que eu continuasse casado; para um psicólogo que não conhece a Bíblia, ele não tem percepção do que isso significa. É só essa a diferença, do fato do cristão saber o que significa a dor daquela outra pessoa porque ele conhece a Bíblia e conhece mais ou menos a doutrina de cada pessoa que vai ao seu consultório.

Renata Pires - A senhora têm atendido muitas pessoas, principalmente as mulheres. Em sua opinião as pessoas estão doentes da alma? E porque as mulheres são mais atingidas?

Dra. Suely Barreto - Porque a mulher é mais sensível, quando as coisas não estão indo bem, a primeira pessoa que sente e pede socorro é a mulher. É ela que recebe a maior carga emocional em um relacionamento, o homem às vezes vai levado pela mulher, mas em primeiro lugar é sempre ela quem procura socorro até mesmo do pastor, na situação de aconselhamento matrimonial. Às vezes não vai por vergonha ou porque o marido é obreiro da igreja, porque tem um cargo elevado, se ela for falar com o pastor, o marido não vai mais poder ser obreiro aqui; tem todo um contexto que eu digo que os de fora não entendem.

Renata Pires - Existem muitas pessoas dentro da igreja doente da alma, e ás vezes por causa do ministério, ela sente medo de procurar o pastor da igreja, então ela se fecha. Como a gente identifica uma pessoa que precisa de ajuda imediata?

Dra. Suely Barreto - Nossa igreja está cheia de gente doente, a igreja se preocupa muito com a cura do espírito, com a cura do corpo através da cura divina, o alcance da salvação, mas não se preocupa com a cura da alma, que é exatamente essa parte, porque a palavra psicologia vem de psique (alma) o estudo da alma. Jesus é o maior psicólogo, porque Ele é o autor, ele nos deu a alma, então Ele nos conhece, sabe perfeitamente tudo que precisamos. Dentro da Bíblia encontramos realmente receita para cura da alma, agora se aquela pessoa está afastada, triste, no canto, ou extremamente agressiva, uma mudança de comportamento; a gente tem que ter a sensibilidade e disponibilidade de chegar perto desta pessoa e perguntar: - Minha irmã o que está acontecendo? De repente é só uma oração, você faz uma oração com ela ou leva o caso para pastor ajudar de alguma forma, mas de repente aquela pessoa está realmente doente e precisa de um tratamento. Como vamos perceber isto? Se a pessoa está muito tempo triste sem motivo, porque quando tem um motivo é de fora para dentro ela teve uma perda entra em depressão e sai. Mais se não teve nenhuma perda, não teve nada, então isso é um sintoma que esta pessoa precisa de tratamento medicamentoso.

Renata Pires - E aquelas pessoas que não apresentam estes sintomas. Pelo contrário, estão sempre na igreja, é o chamado “pau para toda obra”?

Dra. Suely Barreto - Essas pessoas são mais difíceis de diagnosticar, mas mesmo assim a gente consegue porque são pessoas muito perfeccionistas, pessoas que cobram demais dos outros, você percebe uma neurose nessas atitudes que são incomuns. Porque é diferente uma pessoa estruturada de uma pessoa neurótica. A neurótica faz e quer que todos façam igual. Ele não admite que alguém seja diferente dele. Ele se acha sempre o melhor, os outros não valem nada. Isso não é nem um tratamento medicamentoso e sim psicológico mesmo, algo como infância difícil, um pai rígido, mãe castigadora. Isso tudo gera uma auto-estima baixa, relacionamento difícil com as pessoas, e até atrapalha o relacionamento dela com Deus.

Curiosidade: A Dra. Suely Barreto é da Igreja CBRIO - Barra, se formou em psicologia com graduação em psicologia clínica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e também trabalha com família, seguindo a linha rogeriana; e está exercendo sua profissão há mais de 30 anos.

Crédito: Renata Tricárico Pires

Entrevista concedida em Outubro 2008




quarta-feira, 30 de março de 2011

Depois dos 50 anos de casada...

Após 50 anos...


Há certas horas, em que não precisamos de um Amor...

Não precisamos da paixão desmedida...

Não queremos beijo na boca...

E nem corpos a se encontrar na maciez de uma cama...

Há certas horas, que só queremos a mão no ombro, o abraço apertado

ou mesmo o estar ali, quietinho, ao lado...

Sem nada dizer...


Há certas horas, quando sentimos que estamos pra chorar,

que desejamos uma presença amiga, a nos ouvir paciente,

a brincar com a gente,

a nos fazer sorrir...

Alguém que ria de nossas piadas sem graça...

Que ache nossas tristezas as maiores do mundo...

Que nos teça elogios sem fim...



E que apesar de todas essas mentiras úteis,

nos seja de uma sinceridade inquestionável...

Que nos mande calar a boca ou nos evite um gesto impensado...

Alguém que nos possa dizer:

Acho que você está errado,

mas estou do seu lado...

Ou alguém que apenas diga:

Sou seu amor! E estou Aqui!

                                            William Shakespeare



                                                                                             Beijos Suely

segunda-feira, 21 de março de 2011

NAS ASAS DO PAI!

NAS ASAS DO PAI
Para que servem as asas se não forem usada para voar?


Para que serve a fé, se não for usada para testemunhar?


Se com ela não houver transformação?


Para que serve o amor, se não for para amar

Sem fazer distinção?


Para que serve a salvação,

Se com ela não houver transformação?



Para que serve intimidade se eu não tiver coragem


De me desnudar diante de Deus...




Se eu não tiver ousadia para voar...


Destemor para testemunhar...


Se o amor que sinto não consigo demonstrar...


Se a fé que tenho não me motiva a mudar...






Então talvez eu seja apenas um apreciador do Cristianismo,


Porque se eu for cristão, minha vida tem que fazer diferença


Por onde quer que eu andar...


Ao ver meu irmão sofrendo, não apenas paro e assisto,


Mas ajudo-o a erguer-se em Cristo.


Devo deixar a luz de Jesus brilhar


No meu dia a dia, em minha vida...


Devo lavar minh’alma, aos pés da cruz

No precioso sangue de Jesus...


Fazendo isto, terei o cheiro de Cristo,


Do Cristo ressuscitado, terei cheiro de vida!


E somente assim,


A imagem de Jesus será por mim


Ao mundo refletida.














.

domingo, 20 de março de 2011

UMA LINDA HISTÓRIA DE AMOR!


Um dia, duas crianças se olharam


E sentiram que alguma coisa desconhecida


Acontecia no aqui agora e que permaneceria


Para sempre em seus corações e vida.


No inicio, parecia uma grande brincadeira


Brincadeira de namorar...


Namorar se olhando sem se tocar...


Amor platônico? Talvez, mas com o correr do tempo,


Foi se transformando e cada gesto, e cada olhar


Mostrava aquelas já não mais crianças,


O significado de verdadeiramente amar.


Amor puro, amor paciente, amor companheiro,


Amor travessura, amor esperança,


Amor sincero, amor beijoqueiro...


Natasha e Guilherme juntos cresceram


Na igreja, em casa, com os parente e amigos,


Física e espiritualmente se desenvolveram.


E então chegou a hora da grande decisão


E junto com o pão durante o café,


Ele abriu seu doce e gentil coração,


Olhou-a bem nos olhos meigos e azuis,


Dizendo cheio de emoção:


-Te amo! Casa comigo?


Quero ser teu marido, teu amor amigo.


Ela, rosada de alegria, com olhos marejados, aceita...


Ele pega em sua mão e coloca a aliança.


Realiza-se mais um lindo sonho de amor,



Selado com sorrisos, beijos e promessas,


Compromisso feito entre eles e o Senhor


Compromisso sério, de amor eterno, amor sem fim.


Aliança de fé, aliança de ternura, de verdade


Obrigada meu Deus, por estes filhos


Que são por Ti tão amados...


Acompanha-os sempre em seus caminhos


E que sejam sempre por Ti abençoados...

Beijos, Vovó...

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

AO MEU ANJINHO DESCONHECIDO...

AO MEU ANJINHO DESCONHECIDO...


                                                       Suely B. Litwinczuk



Meu bebezinho, que nem cheguei a pegar nos braços,

Mas que já era dono do nosso coração.

Sei que estavas vindo para cumprir

Entre nós uma grande missão,

Porém creio que eras por Deus tão amado,

Que Ele resolveu interromper tua trajetória,

Levando-te de volta ao Paraíso.

Tua mãezinha mesmo triste,

Cantou um cântico de vitória:

_“Cumpra-se em mim a tua vontade” !

No Natal tão linda ela cantou!

E Deus em Sua imensa bondade,

Para o céu novamente te levou.



Voltaste aos teus folguedos

Com outros anjinhos...

Ainda não era chegada a melhor hora.

Nós, mesmo sem ver teu rostinho,

Choramos tua partida,

Qual foi tua missão aqui entre nós?

Foi tão rápido teu projeto de vida...

Tenho, porém a certeza, que tua presença,

Mesmo por tão pouco tempo

Inundou nossas vidas de alegria,

De amor e de esperança!

Agradeçamos ao Senhor,

Louvemos seu santo nome,



Pois Ele sabe o que faz,

Mesmo que para nós não faça sentido,

Tu sempre estarás em nossa lembrança,

Como nosso ANJINHO DESCONHECIDO

                                              4 de janeiro de 2010

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

CONFRONTO COM A MENTIRA


Jesus nasceu!

Quando eu era pequena, (e olha que já fui um dia!), meus pais escondiam os brinquedos comprados para o Natal e à meia noite do dia 24 os colocavam em baixo da árvore iluminada, para que pensássemos que “Papai Noel” os havia trazido.


Era uma ansiedade tremenda para nós, crianças da classe média, até ter a certeza de que “ele” atenderia nossos pedidos... Uma bicicleta... Um par de patins... Uma boneca que anda... Um rema-rema... Um “bebezão” de louça...(esse foi o meu preferido). A cada ano pedíamos algo novo e nossos pais se encalacravam todo para dar o mérito ao Papai Noel.


Eu, já com uns oito anos, começava a perceber que Papai Noel não era nada justo, pois aos ricos dava presentes caros e atendia seus pedidos e aos pobres, além de negá-los ainda dava coisas baratas e sem graça que logo quebravam.

Confesso que lá no fundo do meu coração comecei a odiar esse Papai Noel, que me dava presentes bons, mas não dava nada aos meus amiguinhos da casa em frente. Crianças, que no dia de Natal, vestiam suas roupas surradas e iam para a rua olhar os brinquedos de outras crianças que os exibiam felizes. Eu, porém sentia-me constrangida quando meus coleguinhas pediam para segurar minha boneca ou dar uma volta na bicicleta nova e eu percebia que não haviam ganhado nada do tal Papai Noel.



Questionei meus pais e minha mãe percebendo minha aflição, contou-me a verdade:

_ “Filha, Papai Noel não existe, nós é quem compramos os brinquedos que vocês pedem...”

Senti um certo alívio, mas fiquei com raiva e perguntei:

_ “Se vocês compram os brinquedos, porque mentem para nós dizendo que foi Papai Noel?”

Minha mãe ficou cabisbaixa, pois pela primeira e única vez eu a confrontei com a mentira. Ela pediu-me que a desculpasse, pois não mais mentiria para mim. Abraçou-me, beijou-me e percebi a lágrima que brotou em seus olhos.


Você já pensou sobre isso? O que uma mentira que parece tão simples pode criar na mente e na fantasia do seu filho? O que esta mentira pode gerar na emoção da criança? Frustração, raiva, decepção, dúvida...

Já convertida, casei-me com crente e decidimos que não haveria mentira em nossa casa com nossas crianças: nem cegonha, nem Papai Noel, nem fadinha de dentes... Toda esta baboseira cultural que o mundo nos impõe, foram banidas do nosso lar.

Nossos filhos cresceram ouvindo sempre a verdade. Não havia frustração no Natal, pois eles sabiam que se papai pudesse ganhariam alguma coisa, caso contrário, uma roupa, um par de sandálias e pequenas lembranças eram suficientes.

Lembro-me de um certo Natal que se tornou especial, pois minha mãe foi passá-lo conosco. Era uma época difícil para nós financeiramente, morávamos no início da favela do Guarabu na Ilha do Governador e mãezinha quis proporcionar-nos um Natal especial. Chegou cheia de compras para uma ceia, trouxe roupas novas para as crianças, e deu para o Pedrinho (hoje Pedrão), um carrinho movido a pilha, última novidade na praça em matéria de brinquedo. Para que Sônia Lia não se sentisse triste, meu marido comprou à prestação uma boneca chamada “Beijoca” e que era o seu sonho. No dia seguinte ao Natal, demos uma saída para fazer umas visitas e as crianças ficaram com Dorcas, minha “fiel escudeira”.

Eles foram para o quintal brincar com seus novos brinquedos, quando passou uma menininha muito pobre que parou para olhar deslumbrada aqueles brinquedos que só via nas lojas. Ela disse para Sônia Lia (minha filha) que não tinha ganhado nenhum brinquedo do tal Papai Noel, e que nunca tivera uma boneca. Sônia Lia, ficou emocionada e deu sua boneca para a menina. Ela feliz disse que seu irmãozinho também não tinha um carrinho, então Sônia Lia pegou e entregou o carrinho do Pedro para o garoto.

Quando cheguei, eles vieram ao meu encontro e minha filha contou o que acontecera... Confesso que me senti desconfortável, pois afinal fizéramos dívida para comprar a boneca, mas lembrei-me de que os ensinamos a amar ao próximo e a fazerem sempre o bem. Abaixei-me, peguei-a no colo , abracei-a e disse:

_Filha, estou orgulhosa de você!

_Mãe... Só que eu disse a ela que Papai Noel não existe, que foi meu pai quem comprou a boneca, e também disse que Natal é o aniversário de Jesus.


Senti uma felicidade enorme ao ouvir isto e pensei: valeu a pena! Foi muito bom não ter mentido para eles.

No Natal em nosso lar, até hoje, comemoramos o Cristo que nasceu em uma manjedoura, porque não havia lugar para Ele. Este Jesus, que é o presente de Deus para a humanidade, que nasceu, cresceu, ensinou-nos deu exemplo de vida e foi morto na cruz carregando toda a nossa culpa.


 
Que o Senhor possa nos abençoar e que neste Natal e todos os dias agradeçamos a Ele o maior dos presentes: Jesus!


“Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu Filho Unigênito para que todo aquele que n’Ele crer, não pereça, mas tenha a Vida Eterna”. João 3:16


Beijos a todos vocês que me acompanham.
                                                               Suely

Eu cresci então com um desejo enorme de sempre falar a verdade para os meus filhos, pois o certo é que fiquei muito decepcionada com esta estória de Papai Noel.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Ode a um Anjo



Milena querida e mui amada,


Sei que não me escutas onde estás,

Pois o coral de anjos em revoada,

Cantam para celebrar tua vitória,

Cantam para celebrar tua chegada.

Sabe, podemos te ver em nossas divagações,

Encantada com a arquitetura celestial,

Ruas de ouro, casas, palacetes e mansões...

Deves estar admirando cada detalhe.

Mas eis que observas um brilho fabuloso,

Algo que olhos humanos nunca viram,

Deslumbras agora a “sheikiná” desse Deus Glorioso!

Mi, notaste que não estás sozinha?

Alguém está junto, sempre O sentiste perto

Agora, tu podes ver quem contigo caminha...

É aquele que as tuas e as nossas lágrimas enxuga,

E enquanto na terra estamos, cremos nisto,

Todos os males que nos rodeia, Ele subjuga...

É Ele, o Rei dos Reis, o Redentor, o Cristo.

Agora tudo é diferente, não sentes dor,

Não choras, não sofres, subsiste apenas o amor!

Nós cremos querida,

que DESCANSAS NOS BRAÇOS DO SENHOR!

SEMPRE AMAREMOS VOCÊ!!!