sexta-feira, 30 de julho de 2010

SE ELES TIVESSEM PENSADO ANTES DE AGIR...

Eu agi sem pensar e agora tenho que arcar com as consequências!
Essa é uma frase de arrependimento. Quantas coisas ruins poderiam ser evitadas se tivéssemos pensado.








Bruno do Flamengo,deve ter pensado:_Puxa, se eu tivesse feito o raio do DNA, e pago uma pensão para a criança, agora não estaria preso e com minha vida profissional terminada de forma tão vergonhosa. Poderia ter sido convocado e estaria usando a amarelinha ao invés deste uniforme de presidiário...

Se a Elisa tivesse pensado, talvez não tivesse levado uma vida tão promíscua. E se tivesse juízo, visto que foi ameaçada, pediria o DNA através de sua advogada e não ficaria se expondo ao vexame e aos riscos que provavelmente a levaram à morte...


Se a delegacia da mulher funcionasse com profissionalismo, a queixa da Elisa seria averiguada, o exame feito e o Bruno e seus comparsas, seriam apenas acusados de tentativa de seqüestro...


Se a Daiane e a outra amante loura tivessem desconfiado que se o bebê estava sozinho era porque tinham feito algo com a mãe, e se pensassem, não teriam aceito ficar com o neném e serem cúmplices de um seqüestro seguido de morte...


Se os pais da Elisa tivessem dado a ela o carinho, o amor e o respeito que merecia quando criança, ela não teria optado por ser garota de programa e poderia estar casada e viva...


Se o jovem Rafael não tivesse tido a idéia de andar de skate, de madrugada, no túnel que estava interditado, estaria vivo hoje para alegria daqueles que o amavam...


Se o outro jovem Rafael não tivesse feito a “bandalha” para voltar pelo túnel interditado e mesmo fazendo-a tivesse o cuidado de vir devagar, talvez tivesse visto o outro rapaz e pudesse ter parado sem o matar e não estaria respondendo por homicídio culposo ou doloso, mas estaria curtindo sua vidinha...


Se os policiais estivessem cumprindo seu dever, ao invés de proporem uma propina para liberarem o carro do jovem, hoje seriam heróis ao invés de bandidos...


Se o pai e o irmão do jovem atropelador não aceitassem o pedido dos policiais e pensassem que deveriam agir corretamente, levando o carro e o jovem à delegacia, hoje não estariam sendo tachados de corruptores...


Se... se... se... tantas condições que desgraçam vidas e não tem mais volta, nem com a confissão nem com o arrependimento. O melhor é pensar nas conseqüências quando você fizer escolhas. Nunca tome uma decisão se você não estiver no domínio pleno de suas emoções. Deus nos ajude a pensar, pensar e decidir sempre o que é correto e certo, para quando vierem as consequências elas sejam sempre acalentadoras.


Deus nos manda escolher a quem servir... Na Bíblia Sagrada ele nos alerta sobre os perigos das mas escolhas...Ele nos concede promessas condicionais: “Se creres verás a Glória de Deus.” “Se creres no Senhor Jesus Cristo, serás salvo tu e a tua casa. “Eis que estou à porta e bato, SE alguém abrir, Eu entrarei e habitarei com ele.”


Vamos tentar nos deixar levar pela racionalização, mantendo as emoções sobre controle no momento de tomar decisões.


Beijos Suely







quinta-feira, 29 de julho de 2010

AFINAL, COMO EDUCAR NOSSOS FILHOS?






Não aceito o fato de o Governo interferir nos métodos educacionais da família, com a criação de leis, visto que é importante os pais aprenderem como bem criar suas crianças. Creio em uma medida educativa e preventiva. Os Prefeitos e autoridades deveriam contratar psicólogos e pedagogas para darem cursos para os pais nas escolas, mostrando os malefícios da violência para com a criança.



Há algum tempo atrás, assisti na extinta TV Manchete, uma programação sobre a cultura indígena no Xingu. Muito me impressionou o momento em que o cacique da tribo tentava ensinar seu filhinho de três anos de idade a pescar com lança. A criança fazia pontaria e errava, o pai ria, pegava a lança e entregava novamente ao pequeno. Fez isto várias vezes, e o menino ria também por não conseguir acertar. O cinegrafista já estava suando, assim como o repórter que irritado perguntou ao chefe:

-“Vocês não batem nas crianças quando erram, para que aprendam?”

O cacique olhou para o repórter com os olhos arregalados e disse: “_Bater nele? Mas ele é tão pequenino!...”



Fique feliz com a reposta inteligente daquele “pseudo-selvagem” que ensinava a regra áurea do amor e da paciência que sempre deve ser usada com crianças. Bater nos pequenos é uma baita covardia, o “pseudo-civilizado” só bate em uma criança porque foi este o método educativo que aprendeu de seus pais e o ciclo se repetirá até que alguém aprenda e entenda que educar não é bater, não é espancar, educar é ensinar a criança a fazer escolhas mostrando-lhe o que é o certo e o errado para que ela aprenda um comportamento que utilizará por toda a vida. Isto nunca virá através da violência, mas sim pelo afeto, carinho, paciência e amor. Só que isto demanda tempo sabe, uma mãe de tempo integral, não perde tempo com televisão... Computador, só depois que os pequerruchos dormem. A mãe virtuosa é presente e sabe tudo o que acontece no seu lar!



Presidente Lula, senhores Senadores, tentem criar uma nova lei no lugar desta, onde o governo ofereça aos pais, dentro das próprias escolas, o conhecimento certo para que suas crianças cresçam saudáveis física, mental e emocionalmente.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

EXISTIRÁ POR VENTURA COISA MAIS LINDA QUE SER MÃE?


Já tínhamos dois filhos, uma menina e um menino, quando soube que estava grávida novamente. Meu coração encheu-se de amor.
É impressionante, eu me achava um receptáculo da vontade de Deus, havia um prazer imenso em saber que mais uma vida estava se formando em mim. Aquele serzinho estava crescendo, e as emoções eram as mesmas como se fosse a primeira vez. Naquela época não havia ultra-sonografia, e ficávamos sonhando com o sexo do bebê. Seria menina, seria menino, confesso que eu e a minha primogênita que estava com 4 anos, torcíamos por uma garotinha, já meu marido e o filhote queriam um menino... A eterna guerra dos sexos! Eu disse para minha mocinha, que se fosse menina, ela escolheria o nome. Nossa! Que alegria, ela pensou logo e escolheu misturar o nome dela com o da melhor amiga e eu concordei.



Quando já estava próximo do dia de dar à luz, comecei a sentir umas dores nas costas e as contrações estavam muito constantes. Fomos ao pronto socorro e o médico que me examinou disse que ainda era muito cedo. Voltei para casa frustrada. Dias depois começou tudo de novo, lá fomos nós, agora para o hospital onde eu fizera o pré-natal. Fui examinada, a família avisada que o neném iria nascer, passei a noite lá e no dia seguinte mandaram meu marido me buscar, pois o neném não nasceria tão cedo. Sabem o que o meu amado fez? Disse ao hospital que só iria me buscar depois que a criança nascesse. Chorei pelo abandono, e um médico escutando meus soluços aproximou-se e me reconheceu, pois eu havia sido professora de música de seus filhos. Ele disse que eu não me preocupasse, examinou-me e pediu ao colega que induzisse meu parto. Foi estourada a bolsa e aplicado algum produto ao soro e as contrações começaram a vir com constância, cada vez mais rápidas... Começou a correria... “–Chamem o médico... Levem para a sala... encontrem o médico.” Eu escutava aquilo tudo com uma tranqüilidade que só a fé pode nos dar. Só consigo lembrar o rosto assustado do médico entrando correndo na sala e não tendo tempo nem de colocar as luvas, foi só chegar e agarrar o bebê que acabava de nascer. –“É uma menina!” Meu coração disparou... Olhei para o relógio, eram exatamente vinte e uma horas. A enfermeira me mostrou o neném de longe. Era muito linda! Que alegria! Fiz uma oração agradecendo a Deus o seu cuidado por mim e por ter me dado uma filha tão linda e saudável.



Filha, eu te peço perdão, pois nesta época eu não tinha tempo para escrever poemas, mas você foi o lindo poema que Deus escreveu na minha vida!





terça-feira, 27 de julho de 2010

ELE SE TORNOU PAI




Quando nasceu meu segundo filho, ele pesava 5 kilos e o parto foi normal. Meu marido ficou abobado com a chegada do meninão, eu, por estar em um hospital\maternidade de pobre, cheio de baratinhas andando pelas paredes e cama, abri a boca e pedi para ir para casa, pois lá eu me sentiria melhor. Fui... Tive um febrão enorme e descobrimos que um pedaço da placenta havia ficado dentro de mim, o que estava causando infecção. Mas houve um milagre, como tudo em minha vida. A placenta saiu expontaneamente e a febre se foi. Quando o pequeno estava para fazer um ano, fiz o poema abaixo:

ORAÇÃO DE PAI

Senhor,
Obrigado pela felicidade
Que me destes de ser pai.
Quanta responsabilidade!
Esta criança será aquilo que eu for,
Agirá conforme eu agir...
Ajuda-me Senhor,
A ser um pai amoroso,
Companheiro, amigo,
Calmo e atencioso...
Que nunca se cansem os meus joelhos
De dobrados em oração
Buscar teus conselhos,
Tua presença e orientação.

Olho para meu filho
E vejo suas pequenas mãos
estendidas para mim.
Seus pezinhos trôpegos
Caminhando em minha direção.
Olho em seus olhos
E neles me contemplo.
Ajuda-me senhor, a ser para meu filho,
Mais que um amigo, UM EXEMPLO!

segunda-feira, 26 de julho de 2010

NASCEU O MENINÃO...

Quando nasceu meu segundo filho, foi um parto muito difícil, pois a criança nasceu pesando 5 kilos e foi parto normal... Já pensou??? Além disso, tinha um palmo de costas o danadinho. Nwnhuma roupa de recém nascido que levei para o hospital deu nele... Tadinho... O que??? Tadinha de mim, quase morri! Todos no hospital queriam ver o meninão, que perto dos outros mirradinhos, parecia já um nenem de 3 meses... O pai ficou todo bobo, ele queria um menino para continuar o nome da família, coisa de

sábado, 24 de julho de 2010

DELÍRIOS ESTUDANTIS...


Lá pelos idos de 1977, eu morava em Porto Alegre, e tendo minha filha terminado o Ginásio, resolvi voltar a estudar, visto que eu gostava de saber responder às perguntas dos meus filhos e não poderia ficar parada no tempo e no espaço, então matriculei-me num cursinho de Supletivo chamado IPV. Sabem quem era o professor de português? Era o agora Senador Fogaça... Pois é, eu convivi com autoridades... hehehehehe... Mas este não era o problema, comecei a estudar física, matéria que só conhecia de ouvir falar, mas o "profe" como falavam os gaúchos, era genial, pena que não lembro seu nome, pois a memória já me falha. Fiquei encantada com as aulas dele e resolvi escrever um poema que retratava através da Física, meu estado emocional com o marido.
A FÍSICA DO NOSSO AMOR.
A FORÇA impetuosa
E atuante do amor
Que nasceu inutilmente...
O PESO do remorso
E a VELOCIDADE do TEMPO
que passou tão de repente.
A DISTÂNCIA que nos separa
E o impulso de querer-te novamente.
A ALTURA a que chegamos.
Para cair depois livremente...
A MASSA disforme em que
Transformou-se nossa mente,
E o TRABALHO que tive
para fazer-te contente...
Tudo em vão,
Tudo inutilmente.
A Energia Cinética
Do nosso amor carente,
Qual rocha indolente
Em cima, que vem rolando
Morro abaixo até parar,
Muito bem comparada,
é igual a ENERGIA POTENCIAL
Quando chega ao fim da jornada.
Tanto em cima
Quanto na chegada,
O total é sempre o mesmo: Nada!



Foi a primeira vez que ela chorou de amor!


Há  algum tempo atrás, minha filha mais velha, apaixonou-se por um lindo homem, ele só tinha um defeito: era 10 anos mais velho que ela, que desabrochava em seus 15 anos. Quando ele parou de procurá-la, com aquela desculpa que muitas de nós já ouvimos: _ "Eu não te mereço..."

Aquilo partiu seu jovem coração e vi de seus olhos correrem as primeiras lágrimas pela dor da perda... Segurei-a em meus braços, consolei-a e escrevi o poema abaixo.


ACALANTO PARA EMBALAR UM SONHO!


Dorme filha,
Dorme e esquece...
Esquece e sonha...
Sonha que a vida é linda,
Sonhar sufoca a dor,
Pois irás muito ainda,
Na vida, chorar de amor.
Esta foi a vez primeira,
Quizera poder poupar-te...
Vem para meu colo, filha,
Quero novamente embalar-te,
Cantar para que sonhes,
Sonhes que a vida é linda,
Linda como és agora...
Vem, quero afagar-te,
O tempo apagará a dor,
A tristeza irá embora,
E se preciso for,
Chora filha, chora,
Não é feio chorar de amor!

Foi a primeira vez que ela chorou de amor!

Há muito

Porque estou aqui?

Ontem após uma noite de tremenda insônia, comecei a mexer em meus arquivos e deparei-me com poemas que escrevi há muito tempo atrás. Senti uma nostalgia e o desejo enorme de compartilhar com pessoas toda minha emoção. Espero que de alguma forma eu consiga tocar em sua alma com minhas palavras e que você curta bastante este espaço que é nosso agora. Um grande abraço